Diz JMT:
«Sousa Pinto defende que a memória dos anos 1930 nos deve lembrar o que a extrema-direita é. Certíssimo. Mas… e a memória dos anos 2005 a 2011? Essa não conta? Não merece reflexão histórica?»
Depois acrescenta:
«Sérgio Sousa Pinto recua cem anos para invocar os perigos do fascismo e não consegue recuar vinte para explicar os erros do PS?»
E conclui:
«Nenhum socialista tem direito a chamar “atrasado mental” a quem desconfia mais do PS do que do Chega enquanto este trabalho de reflexão, que já leva pelo menos 15 anos de atraso, continuar por fazer.»
Nos comentários ao artigo na página de Facebook de JMT, há quem mais ou menos diga que o autor equipara os danos do governo de Sócrates aos danos do fascismo. Ele mais ou menos diz que não.
A mim parece-me evidente é que que João Miguel Tavares considera mais provável António José Seguro fazer regressar a corrupção de Sócrates do que Ventura instalar o caos moral e social de Trump à escala de Portugal. Não creio que JMT seja atrasado mental, acho só que é um dos mais activos apoiantes de Ventura e do que ele representa, sem nunca dizer, explicitamente, que o é.
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