segunda-feira, 19 de maio de 2014

TV, the drug of the nation

Anunciaram-lhe o decesso por conveniência táctica (e isso mostra que, sendo mal intencionados, não são parvos), mas a televisão de sinal aberto continua a ser o principal meio de formatar o gosto e a opinião do país. Qual internet, qual cabo.
O proselitismo existe, é pimba, hiperactivo e, com bênção governamental, exclusivo.

2 comentários:

Joaquim Rato disse...

Rui, agora vivemos em plena asfixia democrática. Há tempos uma senhora velhota mal intencionada vendeu o embuste. Muitos, mas mesmo muitos, não se aperceberam. Agora assistimos ao triunfo dos canalhas.

Joaquim Rato disse...

O processo não é novo. Foi assim que Berlusconi destruiu Itália, como já tinha acontecido aos estados unidos.